"O encontro da história e do prazer"

O livro propicia-nos magnífica visão do Rio antigo desde o Morro do Castelo (onde se iniciou a administração da Cidade); o Passeio Público (sonho de uma bela jovem, realizado pelo vice-rei Luiz de Vasconcelos que por ela estava enamorado); o Largo da Carioca (os milagres no Convento de Santo Antônio e a alegria do povo no chafariz), finalizando, claro, na Cinelândia (o Convento da Imaculada Conceição, os luxuosos cinemas criados pelo gênio empreendedor de Francisco Serrador e o impressionante Palácio Monroe, um orgulho da arquitetura brasileira, destruído em 1976, ato que representou um fato lastimável para a cultura nacional).

Entre as variadas ilustrações, o livro apresenta reproduções em cores do Morro do Castelo (tela de Victor Meireles - 1886), a Lagoa do Boqueirão (quadro atribuído a Leandro Joaquim), o chafariz e prédios do Largo da Carioca, além do Convento da Ajuda (aquarelas de Jacob Joansson, W. Smyth e Georg Heinrich, com imagens do Rio dos séculos 18 e 19).

O livro tem despertado expressivo interesse e comentários em diversos veículos da mídia. O jornal "Povo", de 14-12-06, apresentou excelente matéria especial intitulada "O encontro da história e do prazer", dando destaque ao lançamento da obra.

Inúmeras instituições culturais e educacionais têm sido contempladas com exemplares do livro, entre elas o Centro Cultural da Justiça Federal, presidido pelo Desembargador Paulo Freitas Barata.

O Sistema Estadual de Bibliotecas, da Secretaria de Cultura - RJ, através da Coordenadora, Maria Luzia Caramuru Fernandes, solicitou duzentos exemplares para distribuição entre as bibliotecas públicas do Estado, solicitação prontamente atendida.

Um estímulo à Cultura

Por sua vez, a escritora Alice de Oliveira Vila Real de Bragança e Olivo, fundadora e presidente da Academia Internacional de Letras, que tem Juscelino Kubitschek como patrono nacional, assim finalizou sua admiração pela realização do livro:

"Enviamos nossos sinceros parabéns a Murilo Brasil, bem como nossos calorosos aplausos a José Lorenzo Lemos, sócio-proprietário do tradicional Amarelinho da Cinelândia, por seu entusiasmo, dedicação, estímulo e amor à causa da Cultura, essência da vida em plenitude".

 
 

 

Murilo Brasil, autor do livro, em companhia da atriz e empresária Ângela Leal.

 

 
 

Lorenzo em companhia dos sócios do Amarelinho: Antonio (e esposa) e José Soares.

Lorenzo, Ângela Leal e Ricardo Maranhão exibem exemplares do livro "O Amarelinho é a Luz da Cinelândia".

A edição do livro assinalou o transcurso da 5ª Semana da Cinelândia, evento que vem sendo comemorado, entre 15 e 22 de novembro, a partir de 2002, forma de preservar a área mais preciosa do centro da nossa Cidade Maravilhosa.

 

Ricardo Maranhão e Ângela Leal falaram aos numerosos convidados ao lançamento do livro, ambos enfatizando a extraordinária importância da Cinelândia na história do Rio.

"Recordações de um belo símbolo da Cinelândia"

Na 4ª capa do livro há uma impressionante imagem do Palácio Monroe, com a legenda "A luz que se apagou...", homenagem do Amarelinho ao magnífico prédio, orgulho da arquitetura brasileira, absurdamente destruído em 1976. Projetado pelo engenheiro Francisco Marcelino de Souza Aguiar, em 1903, para ser o Pavilhão do Brasil na Exposição Internacional de Saint Louis, Estados Unidos, em 1904, o monumento conquistou a Medalha de Ouro, ao vencer o grande Prêmio Mundial de Arquitetura. Sua arrojada estrutura metálica possibilitou o desmonte e transporte para o Rio, em 1906, quando foi reerguido, próximo ao Obelisco. A partir de 1925, a imponente edificação serviu de sede ao Senado Federal e, ao longo de 70 anos, constituiu-se num dos mais belos símbolos da nossa Cinelândia.

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